Flávio Sátiro

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Dissertação de Mestrado

Dissertação de Mestrado

Este site foi objeto de Dissertação de Mestrado, intitulada Literatura em rede: Tradição e ruptura no ciberespaço”, apresentada ao Programa de Pós-graduação em Teoria e História Literária da UNICAMP, pelo Professor Carlos Alberto Cortez Minchillo, sob a orientação da Profª Marisa Lajolo, para obtenção parcial do Título de Mestre em Teoria e História Literária  na área de Literatura e outras produções literárias, na qual o autor faz uma análise desta  “HOMEPAGE”, entre outras, inclusive a do poeta Affonso Romano de Santana.

(Veja mais... http://www.unicamp.br/iel/memoria/projetos/teses/tese10e.doc)

 

Home page de Flávio Sátiro Fernandes

 

A "Home page de Flávio Sátiro Fernandes"[1], criada em 1996, denota mais sobriedade desde seu título, sem a intimidade do "Cantinho da Lynn" ou o pretensioso – infantil? – emprego do genitivo inglês, como na "Daniel's Home page". Na página de abertura do site, antes mesmo de o leitor rolar a tela até chegar à foto e apresentação do autor, aparece o ícone e o texto explicativo:

 

"De acordo com comunicação do Diretório GERTRUDES, de Portugal, datada de 26 de janeiro de 1998, esta página foi escolhida como um dos melhores sites lusófonos, merecendo, por isso, a insígnia TOP LUSÍADAS, vista acima, conferida por um júri integrado por 4 membros. Prêmio atribuído em 4 de abril de 1998". 

 

A "insígnia" (Figura 12) deve pretender destacar, para começo de conversa, que o site merece ser visitado, ainda que não se informem quais critérios são empregados na atribuição da distinção: valor literário do material publicado? Estrutura do site? Caráter inovador em relação a outros sites semelhantes?[2] A despeito do valor efetivo da insígnia, vale destacar que já se criam mecanismos de "distinção" que tentam destacar certos sites na enxurrada de informação disponibilizada pela Web. Recursos como premiação e rankings, que podem também estar a serviço de interesses comerciais, procuram orientar o websurfer em relação às qualidades do site que acessa, muitas vezes por acaso.  Essa função replica no ciberespaço os tantos prêmios que, em qualquer área da atividade humana e fortemente na literária, representam mecanismos de triagem face a uma produção profícua.

 

Uma vez consciente de que a "Home page de Flávio Sátiro Fernandes" tem algo de especial, o leitor encontra ainda na página de apresentação os dados pessoais do autor, dispostos de maneira objetiva e concisa, seguidos de "Formação acadêmica", "Atividades profissionais atuais", "Cargos e funções exercidos", "Entidades a que pertence", "Medalhas e prêmios", "Congressos, seminários, simpósios". O site é uma iniciativa do próprio Flávio Fernandes, como atesta a legenda da foto apresentada na página principal: "Dedico esta home-page a minha esposa, Eliane, a meus filhos e noras, Flávio (Valéria), Roberta, Dario (Rosângela) e Érico, e aos meus netos, Flávio, Danielle e Caio".

 

Pelas informações publicadas no site, fica-se sabendo que o paraibano Flávio Sátiro Fernandes nasceu em 13 de janeiro de 1942, é casado com uma pedagoga e reside em João Pessoa (pelo menos até 16/06/97, data declarada da última atualização do site). Graduado pela Universidade de Direito do Recife, fez Doutorado na Faculdade do Largo de São Francisco, em São Paulo, e até aquela data era professor-adjunto do Departamento de Direito Público da Universidade Federal da Paraíba. Suas muitas atividades incluem a presidência do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, o cargo de Secretário do Interior e Justiça do Estado da Paraíba e a direção interina da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Patos e da Escola de Agronomia e Medicina Veterinária de Patos.

 

Ainda que essas informações prioritariamente se relacionem com a atividade profissional não conectada à carreira literária do autor, para os iniciados na literatura brasileira a passagem por tais faculdades de Direito suscita ressonância na nossa história literária: sabe-se que nessas instituições estudaram importantes autores das letras nacionais. Na Faculdade de Direito do Recife estudaram Raul Pompéia, Augusto dos Anjos, Graça Aranha, José Lins do Rego; pela Faculdade do Largo de São Francisco transitaram José de Alencar, Fagundes Varela, Álvares de Azevedo e Lygia Fagundes Telles. Castro Alves, como Flávio Sátiro Fernandes, estudou nas duas instituições. Também a convivência entre funcionalismo público e literatura não é inusitada em nossas letras: quantos não foram os autores que, como Machado de Assis e Carlos Drummond de Andrade, mantiveram atividade profissional nas repartições públicas?

 

Flávio Fernandes apresenta-se ainda como membro da Academia Paraibana de Letras, da qual recebeu a comenda "Ad Imortalitatem", e do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano. Foi distinguido com o primeiro prêmio no concurso de contos, patrocinado pelo Gabinete Paraibano de Cultura. Está, desse modo, explicitada sua relação com o mundo literário.

 

Flávio Fernandes não é, portanto, um "ilustre desconhecido", como o são Lynn e Daniel Sante, e, segundo informação do próprio site, seu nome consta do Dicionário Literário da Paraíba. No campo literário, além do prêmio e comenda citados, ele tem dois romances e um livro de poesia publicados, além de "artigos literários", veiculados em jornais da Paraíba e em revistas como a da Academia Brasiliense de Letras. Sua veia artística abrange trabalhos musicais, como a musicalização do poema "Consoada", de Manuel Bandeira, e forrós inéditos. Na seção "Obras publicadas", que merece uma página separada, além da indicação dos títulos, há transcrição de comentários de terceiros, mas não de visitantes desconhecidos. Seu romance Festa de setembro mereceu considerações de Jorge Amado[3] e A cruz da menina recebeu elogios de Josué Montello, Herberto Sales, João de Scantimburgo e Arnaldo Niskier, os quatro da Academia Brasileira de Letras. A transcrição de tais depoimentos funcionam como aquelas que, nos livros impressos, vêm estampadas na contracapa, nas orelhas, em páginas iniciais ou até mesmo na capa, registrando a reação de leitores ilustres e sugerindo a qualidade da obra. Como explica Pierre Bourdieu, esse intercâmbio entre os pares é processo fundamental na definição do campo artístico:

 

Nunca se prestou a devida atenção às conseqüências ligadas ao fato de que o escritor, o artista e mesmo o erudito, escrevem não apenas para um público, mas para um público de pares que são também concorrentes. Afora os artistas e intelectuais, poucos agentes sociais dependem tanto, no que são e no que fazem, da imagem que têm de si próprios e da imagem que os outros e, em particular, os outros escritores e artistas, têm deles e do que eles fazem.[4]

 

A seção "Obras publicadas" traz ainda a transcrição do "Prólogo" de A cruz da menina. Dez poemas transcritos do livro de poesia de Flávio Fernandes, Geografia do corpo, merecem uma página exclusiva. Nenhuma dessas obras parece ter sido produzida especialmente para a Web e não são hipertextos eletrônicos. A aquisição dos livros do autor não se faz de modo "caseiro", mas pela intermediação da "BookNet, a Livraria Virtual Brazilian Bookstore", acessível por um link na página do site[5]. Há ainda uma publicidade para os livros de José Saramago e para o livro de Nelson Motta, Nova York é aqui. No "livro de visitas", o internauta pode deixar seu comentário que, no entanto, fica separado das opiniões de leitores mais abalizados.

 

No site há ainda informações sobre a cidade de Patos, sobre o santuário "A cruz da menina" (título a um dos romances do autor), localizado próximo àquela cidade. Há também um "Dicionário biobibliográfico e antológico de autores patoenses" (elaborado pelo próprio Flávio Fernandes), informações sobre a Fundação Ernani Sátyro, que "tem por finalidade dinamizar a cultura nos municípios de Patos e adjacentes", e uma lista bastante extensa de links externos, divididos em categorias: "Direito", "Literatura & poesia", "Variedades", "Livrarias e bibliotecas", "Sites de busca" e "Universidades nacionais e estrangeiras". Os links para o site da Academia Paraibana de Letras e para o Instituto Histórico e Geográfico Paraibano merecem destaque, pois se encontram no menu à esquerda que acompanha todas as páginas do site.

 

Mais uma vez, a curiosidade me faz perguntar o que levaria alguém como Flávio Sátiro Fernandes a construir um site pessoal dedicado em boa parte à literatura. Não há indicações expressas no site e as respostas seriam apenas especulações. Tendo acesso a certos círculos literários tradicionais (academias, universidade, autores renomados), Flávio Fernandes poderia provavelmente dispensar a Web para dar continuação à sua carreira de homem de letras. A opção pelo suporte eletrônico estaria justificada, se o site exibisse experiências de exploração de novos recursos de composição que os meios informacionais permitem. Mas não é o caso, até porque os textos exibidos são transcrições de obras já impressas que não sofreram alterações em função dos dispositivos hipertextuais da linguagem HTML. Salvo os links para sites externos, nada no site impediria encontrar no formato impresso equivalente conjunto de textos. O diferencial que a página pode representar estaria então na interatividade? Em permitir ao autor receber comentários de leitores que extrapolassem o círculo pessoal, ao mesmo tempo consolidando e ampliando o seu renome junto aos leitores?

 

Outra hipótese, relacionada à anterior, é que a Web serviria como mais uma estratégia de divulgação e venda das obras de Flávio Fernandes, que não foram publicadas por editoras de renome (Festa de Setembro saiu pela Letras & Artes, A Cruz da Menina não tem editora e Geografia do Corpo foi editado pela Unigraf) e podem sofrer prejuízos na circulação devido a parcos canais de distribuição: em 12/07/2001 nenhum dos livros de Flávio Sátiro Fernandes constava dos catálogos da livraria Cultura e da livraria Saraiva, ambas de São Paulo.

 

Essas hipóteses permitiriam concluir que os escritores atuais, quando utilizam a Web como mais um canal de divulgação para manter o necessário trânsito entre autor-obras-leitores, não descartam necessariamente os meios literários tradicionais; ao contrário, neles se apóiam inclusive como atestado de distinção, nutrindo-se da legitimidade cultural da literatura impressa.

 

Interessa ressaltar ainda que a "Home Page de Flávio Sátiro Fernandes", ao contrário do "Cantinho da Lynn" e da "Daniel's Home Page", marca mais fortemente a noção de autoria, tanto pelas referências à inserção já efetivada por Flávio Fernandes no mundo literário, como pelo fechamento do site em torno do escritor, de sua carreira em Direito e Literatura, de suas obras e de sua terra natal. Não se reserva espaço para produções de outros autores – novatos ou não –, mas os visitantes são convidados a enviar comentários sobre o site ou sobre as obras (o formulário do "Livro de visitas", além dos campos destinados aos dados do visitante, oferece um campo intitulado "comentários"). São 153 mensagens que abrangem o período de 1996 a 1998[6]. Nelas, pode-se constatar – para certa frustração de quem esperava ver a Literatura como destaque – que a maior motivação para as manifestações dos visitantes é o fato de o site conter informações sobre a cidade de Patos. Muitas das mensagens referem-se ao orgulho de encontrar a cidade e a Paraíba tão bem representadas na Web. Transcrevo três dessas mensagens:

 

Mais uma vez estou a ver notícias de Patos. É com prazer que recebo informações suas de Patos, onde tenho raízes e muitas recordações da minha infância e adolescência. É uma maneira de estar presente. Mais uma vez exalto seus préstimos à sua terra natal, unindo-se aos conterrâneos de coração. Um cordial abraço do primo..

Ernani Sá Leite. João Pessoa. Paraíba. Brasil. 07.06.1998. (145/65)

 

Gosto sempre do que você faz. É reconfortante e nos faz recuperar a confiança na nossa gente. Obrigada e parabéns. Nossa Paraíba pequenina precisa de mais filhos de leite bom como você..

Glória Gadelha Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Brasil. 11.06.1998. (147/67)

 

Parabéns pela inteligente homepage que diz muito bem da acuidade do intelectual e homem de letras que você é. O telurismo acentuado do sertanejo, que não aprendeu como se desvincular de suas origens, eleva e enaltece o berço natal, mostrando-o ao mundo através do ciberespaço. Um grande abraço.

Ismael Marinho Falcão. João Pessoa. Paraíba. Brasil. 08.03.97. – (022/003)

 

Muitas das mensagens são enviadas por pessoas que conhecem Flávio Fernandes e estabelecem pela Internet um novo tipo de contato, o que confirma a hipótese de que a Web reforça laços pessoais e literários:

 

É muito gratificante ver informações, e curiosidades da nossa terra e familiares, feitas por um filho dedicado como você. Parabéns, primo amigo!!!! OBS: Petronio nosso filho mais novo está desenvolvendo um projeto também sobre Patos e gostaria de saber se vc poderia enviar algum material.

Antônio Andrade e Ivete. Patos. Paraíba. Brasil. 14.03.1998. (107/027)

 

O alcance da Web repercute na origem geográfica das mensagens, que extrapola os limites da Paraíba. Os mecanismos de busca da Web, como "Yahoo!", "AltaVista" e "Google", permitem que um amplo público entre em contato com o site, constituindo esse ambiente desterritorializado que se costuma associar ao ciberespaço. Há aqueles visitantes que se sentem motivados a registrar sua passagem pelo site por encontrar alguma afinidade com o autor, que não a terra natal. Afinidades que podem ser de diversas naturezas, algumas bastante esdrúxulas:

 

I like your home page. I was also born in 1942. I am a child psychologist.

Thom Hyers. Charleston. South Carolina. USA. 04.01.97. – (020/001)

 

Sou estudante de Farmácia na Universidade Federal do Ceará e sempre fui interessada em conhecer pessoas que tenham meu mesmo sobrenome. Através do Cadê?, cheguei até sua home-page e achei-a muito bem produzida, além de, claro, conhecer um pouco mais a respeito de Patos. Se possível, escreva-me, falando sobre o que sabe a respeito da origem do nosso sobrenome e se conheceu mais alguém em todo mundo que também o possua.

Emérita Sátiro Silva. Fortaleza. Ceará. Brasil. 18.06.1998. (157/77)

 

Parabéns pela homepage. Vi-a por acaso, na Internet. Sou membro titular do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, que ainda está a anos-luz desses progressos "internéticos". Muito cordialmente.

Armando Alexandre dos Santos. São Paulo. SP. Brasil. 17.10.1997. (064/045)

 

Incrível! Além do nome/sobrenome, minha esposa também se chama Eliane e escrevi um livro de poemas – Visões adolescentes. A propósito, gostei muito do teu poema "Geografia do Corpo", pela concepção e associação poética. Te mandarei alguns poemas meus para tua apreciação. Até mais.

Flávio Fernandes. João Pessoa. Paraíba. Brasil. 10.05.97. (033/014)

 

E entre as afinidades, como se nota na última mensagem transcrita, encontra-se a Literatura, sob cujo patrocínio se estabelecem laços de uma comunidade de autores amadores e interessados em geral:

 

Estive procurando por Itaporanga na www e me deparei com Patos e tuas poesias. Achei muito bem pensado o final da poesia "Maternidade". O poema ia um tanto normal e, quando li "na contemplação de um novo dia que nasce", tive aquela sensação gostosa de recompensa por ler uma poesia. Parabéns pelo dia em que seu filho nasceu. Também sou poeta (tento ao menos) Se puder dar uma passada na minha página, estarei muito grato: http://geocities.com/SoHo/2927. Ainda não tenho nada publicado, mas um dia chego lá.

Marcelo Simões dos Reis. Brasília. Distrito Federal. 31.10.96. – (017/017)

 

Vi sua página e estou interessado em lhe remeter uns livros (poemas) meus. Desde que você me envie seu endereço postal. OK? Abraç.

Otávio Ramos. Belo Horizonte. Minas Gerais. 13.11.96. – (018/018)

 

Sou visitante assíduo de sua página. Ela é um elo de retorno que eu encontro na internet. Gostei das inovações e, particularmente, das poesias destacadas na sua página. Fico feliz em poder manter este contato. Aguardo novas atualizações da sua página e, também notícias da sua atividade literária (se há algo de novo no prelo). Um abraço.

Zéu Palmeira Sobrinho. Natal. Rio Grande do Norte. Brasil. 24.10.96 – (014/014)

 

O interesse literário pode ser movido por propósitos bem pragmáticos, como o de Nara Maia, que pede ajuda para um trabalho escolar, motivo que, como se sabe, às vezes é o único impulso que leva o leitor à literatura:

 

Oi!!! Será que o sr. pode me ajudar??? Me fale um pouco sobre o autor do livro "A Cruz da Menina", como também de alguns personagens. Ficarei muito grata com sua ajuda. Preciso desse material para a semana que vem. É um trabalho para a escola.

Nara Maia. João Pessoa. Paraíba. Brasil. 06.10.1997. (057/038)

 

Mesmo que a literatura não seja a exclusiva razão pela qual os visitantes se detêm no site de Flávio Fernandes, deve contribuir para o interesse pelo site a imagem de escritor inserido na cultura do livro impresso e avaliado por acadêmicos e escritores de peso, em conjunto com a atuação profissional, os cargos ocupados, a distinção recebida pelo site. Como declara Marcelo Simões dos Reis na mensagem acima transcrita, a publicação impressa das obras é um desejo a ser alcançado pelo escritor novato: "Ainda não tenho nada publicado, mas um dia chego lá".

 

Se seguimos essa linha de raciocínio, a Web , como já se disse, não subverte completamente os mecanismos que alimentam a vida literária desde há muito. Nesse sentido, ainda que não possa ser considerado site de um autor nacionalmente reconhecido como clássico[7], a "Home Page de Flávio Sátiro Fernandes" alinha-se aos sites como o do Projeto Gutenberg e Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro enquanto incorporação ao ciberespaço de um conjunto de princípios e práticas oriundos do sistema literário tal como ele se constituiu nos tempos em que o meio impresso dominava como mídia.

 

 


[1] "Home page de Flávio Sátiro Fernandes" [online]. <www.pbnet.com.br/openline/fsatiro/index.html>. Consultado em 11/07/2001.

[2] Na seção "Livro de visitas" consta uma mensagem anunciando a concessão da insígnia:

 

"Parabéns!. A sua pagina foi condecorada com a Insígnia TOP LUSIADAS. Uma júria de 4 pessoas ligadas a Internet aprovaram a sua página que faz parte dos melhores sites Lusófonos até agora condecorados. Por favor queira agora dirigir-se à nossa página, e fazer o save dessa imagem que deverá colocar algures na sua página com o link ao nosso servico.

 

A. Migueis. Directorio Gertrudes. Lisboa. Portugal. 26.01.1998. (085/005)".

 

[3] "Seu livro tem alguma coisa que prende o leitor, despertando-lhe o interesse. Creio dever-se ao fato de tomar da vida sem pretensões outras senão a de narrar acontecimentos vividos. Por vezes o tom reflete as indecisões do estreante. Creio, porém, que se você continuar a escrever ganhará facilmente seu lugar na novelística brasileira".

[4] Bourdieu, Pierre. op. cit., p. 108.

 

[5] Em 11/07/2001, o link para a BookNet não estava funcionando.

 

[6] Portanto, a data expressa na página principal (16/06/97) como sendo a da última atualização está paradoxalmente desatualizada.

 

[7] A noção de clássico deve sempre ser empregada com cautela. A mensagem da estudante Nara Maia pode indicar que Flávio Sátiro Fernandes talvez seja um autor estudado nas escolas de João Pessoa, o que determinaria uma inserção institucional. Nesse caso, ao menos em nível regional, o autor poderia ser classificado como "clássico".

 

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